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Coisas da Vida

Nunca o passado teve tanto futuro

Este ano A Vida Portuguesa completa dez anos e decidiu celebrá-los com um velho amigo, o ilustrador Jorge Colombo. O Jorge fechou-se dias a fio e desenhou à vista mais de 40 produtos antigos portugueses. Esses desenhos foram impressos em postais, cartazes e serão ilustração de um pequeno livro, dedicado às marcas portuguesas, a sair brevemente.

 

É Natal n'A Vida Portuguesa!

Por estes dias o tempo é ainda mais precioso. Não queremos que o desperdice. Aqui estão os horários das nossas lojas no Natal 2017.

Bonecos de Estremoz inspiram Bela Silva

A Vida Portuguesa mostra-lhe os bonecos de Estremoz como nunca os viu. 

 

Um presépio especial

Esta encantadora multidão colorida viajou dos Açores até Lisboa e instalou-se na mais nova das lojas d’A Vida Portuguesa, no número 2 da Rua Ivens, no Chiado.

A Prova das Tias

Ouça, andamos de tal forma deliciados com as crocantes Areias de Cascais da Tia Helena e as estupendas Compotas da Tia Maria Luíza - variadíssimas em sabores e surpreendentes em paladares - d' AS RECEITAS DAS TIAS, que queremos dá-las a provar a todos os gulosos que apareçam este sábado, dia 27 de Fevereiro, a partir das 11h30, na loja do Intendente d’ A Vida Portuguesa. Garantido, um evento que vai ser uma grande caturreira!

In "The Shopkeepers"

"In the age of online shopping, opening a store and becoming a shopkeeper seems like a bold move. Yet from Vienna to Vancouver, storefronts are emerging once again as worthy opponents to commercial corporations. Customers embrace individual businesses that share the distinctive knowledge, personalities, vision, and humor of their owners.
Whether brand new and based on innovative ideas or passed down for generations and revamped, the stores and their shopkeepers featured in this book stand out for the singular experience they provide to their customers and the personal selection of items they sell.
The shopkeepers celebrates the diversity and creativity of brick-and-mortar businesses, telling the stories of the shops and their unique owners."

 

Digno de reis

Nos cinco anos que a loja online d' A Vida Portuguesa já leva de operacionalidade, muitas têm sido as alegrias que nos chegam no retorno dos clientes espalhados pelo mundo inteiro. Do feedback deliciado (pelos rebuçados de ovo de Portalegre que chegaram ao destino canadiano, às peças de cerâmica da Bordalo que continuam a encantar os brasileiros ou aos envios com final feliz para a Finlândia, a Austrália ou a Malásia) e que confirma a nossa convicção de um trabalho que vale a pena fazer todos os dias. Não nos peçam para escolher a mais enternecedora das missivas que temos recebido desde Novembro de 2009, mas esta é, muito seguramente, uma delas:

"Have to stop myself from buying"

Rachel Khoo, a nova coqueluche da cozinha britânica, esteve em Lisboa em filmagens para o seu programa de culinária e viagens na BBC. Perdeu-se de amores pelo pastel de nata, pela cerâmica de Bordalo Pinheiro e pelos azulejos da Cortiço e Netos. Diz a própria que teve que se “obrigar a parar de comprar” sabonetes Ach Brito e conservas José Gourmet n’ A Vida Portuguesa do Intendente. E, mesmo depois de voltar a Londres, ainda continuava a partilhar imagens do Creme Gordo e da Pasta Couto. Divulgou tudo no Instagram - para além de talento, tem muito bom gosto, a rapariga!

"Lisboa dantes"

"Foi a Catarina Portas que salvou a nossa cidade e, com ela, todo o país. A Vida Portuguesa não é uma loja: é uma escola; uma atitude; um pôr-em-prática que afecta vidas verdadeiras. A Vida Portuguesa é uma educação. Graças ao exemplo de Catarina Portas muitos outros lisboetas arranjaram coragem para se mostrarem."

Para iluminar os dias

Dos Açores para o mundo, um grupo de criadores de diferentes áreas edita pelo terceiro ano consecutivo uma agenda temática, que em 2016 versa a luz. André Laranjinha, Diana Diegues, Maria Emanuel Albergaria e Nuno Marques da Silva contribuem para a selecção de conteúdos (que variam das citações literárias aos dados científicos), capazes de espicaçar a curiosidade a iluminar os dias - até mais cinzentos - das várias estações.

Com elas, sem rival

João Manuel Lourenço Cima morreu em 1925 mas deixou um dos mais carismáticos estabelecimentos de Lisboa, hoje nas mãos da quarta geração da descendência.

"O tufão"

"É muito provável que, nos próximos anos, a grande maioria das lojas antigas de Lisboa desapareça. E com elas, uma parte dos saberes tradicionais, do comércio especializado e muito do charme da capital morram para sempre. A que se deve tal razia? As razões são várias, cada uma delas aparentemente um benefício para a cidade, porém coincidindo temporalmente todas elas, uma catástrofe está a acontecer.